21 de novembro de 2009

este blog já não me pertence mais. foi vendido para uma instituição de caridade que tratará de salvar o que está aqui escrito e migrar os poucos visitantes que ainda temos para

http://marianamarques.posterous.com

acompanhe a série "o que há por detrás das mensagens padrão", um folhetim sem núcleo. já de graça em

http://marianamarques.posterous.com

22 de outubro de 2009

no posterous da semana, a neide, o ronda do quarteirão, jesuscristo e o amor:

www.marianamarques.posterous.com

* pela hóstia consagrada, a narrativa é ficção.

12 de outubro de 2009

no posterous, hoje, uma antiga narrativa sobre morar, amar,
- e tirar a sorte grande:

marianamarques.posterous.com

aproveito para dizer que meu querido augusto césar costa também tem um posterous, em:
accosta.posterous.com

que pablo, bartleby às avessas, também tem um posterous em:
euthanatos.posterous.com


e que ilo aguiar também tem um posterous em:
iloaguiar.posterous.com

e andréa gois, no posterous:
entrepalavras.posterous.com/

25 de setembro de 2009

estou aqui, recuperando a voz de joaquim (por joão cabral de melo neto), no endereço abaixo, por enquanto hoje:

marianamarques.posterous.com - clique.

no mais, tenho escutado freqüentemente alguém me chamar com um beijo estalado, como se chama um cão ou um passarinho. olho na janela, já não há mais ninguém ou nada além do rabo peludo de pirata, cabeça de poodle, corpo de vira latas, que atende ao chamado reconhecido do sinal de beijo de sua mãe, minha vizinha, que acaba de uma vez por todas a graça de seu passeio vespertino para as necessidades do intestino grosso.

no mais além, tenho estudado uma maneira mais fácil de dormir sossegada, desenhado uma série de diagramas em azul para que consiga entender o que não se pode expressar com palavras escritas ou orais.

no mais então, tenho esperado que ericazingano e icarolira ponham de uma vez uma revista bonita no mundo, com surpresas e scanners de transatlântico, porque o ano acaba e minha pequena caderneta azul permanece debaixo do meu braço, para lá e para cá, na tentativa de aportar somewhere, somehow.

dia 30 de setembro, estarei na escola de artes de ofícios, aqui em fortaleza, para um debate, uma conversa sobre produção literária na internet. juro mais detalhes.

7 de setembro de 2009

Transatlântico no Páginas e Folhas, do Miguel Leocádio.

o link está aqui: páginas e folhas
e meu coração está aqui, de feliz, a sair pela boca.

12 de agosto de 2009

sobre eventos "encontro com o escritor"
queria dizer que foram adiados para não sabemos quando. mas que ainda vão acontecer.

7 de agosto de 2009

e nadamos ladoalado enquanto é frescor
ou um outro jeito de aportar seu transatlântico.


5 de agosto de 2009

agosto: esse medo infantil de ter pequenas coragens

dando notícia do Transatlântico: este mês, estarei participando do projeto "encontro com o escritor", em cinco bibliotecas públicas municipais aqui em Fortaleza.
aí embaixo a programação. um mês para visitar o que, pelo referencial, é longe. já começo muito bem, indo hoje pro antônio bezerra.
quem me conhece sabe que não tem sabor maior que sair da minha secretaria regional em busca de aventuras de toda sorte.


Encontro com o Escritor - Agosto

Dia 5: Biblioteca da Casa Brasil Antônio Bezerra, 14 às 16h
Dia 12: Biblioteca da Casa Brasil Granja Portugal, 14 às 16h
Dia 18: Biblioteca da Casa Brasil Vila União, 14 às 16h
Dia 19: Biblioteca da CSU José Walter, 14 às 16h
Dia 26: Auditório da Biblioteca Dolor Barreira, 15 às 17h


* o livro vai estar no acervo das bibliotecas acima e continua à venda na livraria lua nova (em frente ao shopping benfica) e na livraria café e letras (no shopping center um) e pelo email: transatlantico@labarcaeditora.com.br

** o título deste post remete a um verso de vinícius.

27 de julho de 2009

manoel, no verdelima, quinta

11 de julho de 2009

banho de chuva
decidi não correr à procura de abrigo
meu corpo entendeu tudo

8 de julho de 2009

resposta
ando dispersa. mas tenho ainda todo o meu poder embuá. permaneço enrolada em torno do meu próprio corpo porque há sim um sinal de ameaça e perigo. no meu esguiar de movimento, qualquer dia, por aí, me esticando os pêlos aderentes ao chão úmido da fortaleza que só sabe chover, a gente se encontra.

7 de junho de 2009

céus e terras passarão
8 de junho de 2009

no dia em que você nasceu, minha filha, fortaleza parecia um cemitério. na tarde do dia 31 de maio de 2009, minha tia stela me olha nos olhos. me conta com detalhes como a manhã do dia em que eu nasci tinha sido difícil. cento e trinta e sete mortos, ninguém sobrou, avião em chamas, serra da aratanha, pacatuba, edson queiroz, cemitério. conversamos sobre mim, minha mãe, o trabalho dela, o cariri, o mundo, sapatos de salto alto, vaidade, velhice, estados unidos. falamos no meu aniversário. oito dias nos separavam daqui e tem oito dias que penso que no dia em que você nasceu, minha filha, fortaleza parecia um cemitério.
concordamos da alegria em celebrar, e fiquei calada um tempo pensando em como fui sorte, como sou sorte, como nasci temporã sem espera, sem intenção, sem germinação intencional. nasci porque tinha de nascer, porque era o produto do amor insistente dentro de uma casa onde jonas e milena se acostumavam em ser os dois. lembro de folhear repetidamente, quando criança, meu álbum do bebê, professor rinaldo de lamare, meu álbum de fotografias e todas as caixas onde eram guardados registros de que eu existia. cabelos, escritos, provas do jardim de infância, bilhetes, pequenos desenhos. como se fosse preciso um processo de legitimação de mim. não era, nunca foi. existia tanto amor em casa que era impossível que todos nós fôssemos inventados, que ali fosse uma representação do real, que minha casa fosse uma estufa. gosto de aniversário. não sei se porque me lembro de quase todos eles, se porque prevejo muitos outros por vir, se porque sou alegre e alegria combina com bolo, gente, casa cheia. só sei que gosto do cheiro de queimado quando a vela apaga.

desde sexta a gente vem celebrando. milena comprou uma vela bonita, um bolo bom, felipe fez o jantar, a gente mistura as famílias que na verdade sempre foram uma só. elisa me diz que sente da mesma maneira. que tem vontade de gritar aos quatro ventos: HOJE É MEU ANIVERSÁRIO, e celebrar durante dias, o mês inteiro, o ano inteiro. a sorte, o frescor, a vida que nem sempre é assim estampada de céu azul, sol em gêmeos.

deitada na grama, com ar de rainha, pensei hoje dar um grito de espanto e felicidade. porque nunca pensei que ter vinte e sete anos fosse assim, esse indefinido espetacular. quantos anos não foram? nem mais e melhor. nunca estive tão feliz e outros clichês em que nos apoiamos. enquanto ele, muita cerveja depois e com ar de rei, me afirma ou pergunta, olhar de dúvida:
- nega, quando tudo isso passar, vamos sentir saudades demais.
- do quê? o que é que vai passar? - perguntei, em espanto.
- a juventude. - um ar de preocupação ou um ar irônico.

meu medo é de ficar encruada, de ficar embotada, de acordar amarela, de que minha casa pegue fogo numa das mil vezes em que esqueço o gás aberto, medo de que um dia a sara pule da janela e vá miar em outra freguesia, medo de dirigir na BR, medo de perder a memória.
medo de não permanecer jovem, se juventude for energia, inquietação, alegria, jamais terei.

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à mãe e ao pai que, neste momento, estão de chapéu e protetor solar em alguma praia do rio grande do norte.
ao jonas, margarete, pedro, matheus e mariana.
à milena, felipe e lucas, que me deram um aniversário na sexta.
ao joão, que é meu lugar.
aos meus amigos que estão perto.
aos geminianos em quem eu penso agora: álvaro, adriana martins, beatriz, edilberto, elisa e margareth.
a minha amada e amada e amada tia stela, que me ensina lições para todos os tempos, todas as futuras gerações, nas palavras mais simples e que um dia nomeará uma pequena menina se a natureza me der a graça de ter uma filha.

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bom dia.

2 de junho de 2009

fernanda meireles recebe os curiosos e os corajosos para mais uma edição do literatura de lua.

hoje, 18h30, no café lua da livraria lua nova, na av. 13 de maio em frente ao shopping benfica. o café fecha 20h, então chegue na hora que não tem choro nem vela pra esticar a conversa.

os convidados de hojes são cândido rolim, bruno sampaio e diego medeiros.

cândido edita, com ronald augusto, o blog http://www.signagem.blogspot.com/"

nota da mariana marques, desolada com o trânsito e a tosse: a 13 de maio tem ficado cada vez mais difícil de transpor no intervalo entre 17h e 19h. me dá vontade de chorar quando penso em esgotar todas as possibilidades musicais no caminho, pensar na vida, tomar decisões importantes, ter ódio porque o sinal do CEFET abre três vezes e nenhum carro consegue se mexer, decidir por bem ir morar no interior onde a palavra engarrafamento seja apenas uma fotografia na parede, como dizia meu querido C.D.A. mas hoje nossa equipe fará um esforço descomunal para cumprir todas as metas do ofício e partir rumo ao benfica antes que a avenida principal seja tomada pelo caos total. faça um esforço você também.

31 de maio de 2009

texto no blog do miguel leocádio sobre clarice e o futebol, conforme nos prometeu entre uma caipirinha de gengibre e outra, no verdelima na quinta-feira. clique aqui e vá direto pra lá.

nota da blogueira: ultimamente tenho estado com abuso de todos os times, as divisões, as séries, o barulho ensurdecedor, os fogos, os papéis jogados no campo na hora em que o jogo começa, os palavrões, a rudeza masculina, as arquibancadas, a ausência provocada pelo futebol. mas a literatura também tem a serventia da reconciliação.

28 de maio de 2009

hoje, carlos augusto lima, no verdelima



Entre a idiotização do mundo e o poema, eu prefiro o poema. Prefiro o risco. Porque quem opta pelo poema não pode preocupar-se com a rede lá embaixo, com o que irá amortecer a queda. Porque a queda é a condição do mundo. Já estamos todos, sem exceção, desabados. Da acrobacia, me interessa é o voo. (Carlos Augusto, em entrevista a Henrique Araújo do O Povo, hoje, link aqui).

24 de maio de 2009

Jornal O Povo de hoje.
Pra você entender:
http://www.opovo.com.br/opovo/vidaearte/879899.html

E Marques, a Mariana, contando da Margarida:
http://www.opovo.com.br/opovo/vidaearte/879901.html

E outro Marques, desta vez, Rodrigo Marques, que está na coletânea Alguna Poesía de Fortaleza, organizado por Diego Vinhas, que eu acho que você devia ir atrás de comprar pra ver a poesia de Fortaleza traduzida pro espanhol, apanhada, ajuntada e organizada. O livro é lindo. E o texto do Rodrigo no O Povo:
http://www.opovo.com.br/opovo/vidaearte/879897.html

E Alan Santiago:
http://www.opovo.com.br/opovo/vidaearte/879900.html

E por fim, henriquearaujo.blogspot.com, que é o Henrique Araújo e basta sê-lo:
http://www.opovo.com.br/opovo/vidaearte/879898.html

20 de maio de 2009

milena é um mapa
(para meu pai, minha mãe, milena e afonsocelso)

disse que, se eu subisse a rui barbosa, passasse a soriano albuquerque, dobrasse a primeira à direita, logo eu acharia a vila. achei uma rua chamada frei bernardino e parei o carro. parecia que um elevador tinha subido dentro de mim para o décimo oitavo andar na velocidade da luz. estômago embrulhado, olhos marejados. por 16 anos, pensei naquela vila como uma coisa fora do lugar, uma desconstrução da cidade, um castelo de invenção deslocado do mapa. mas existia, ainda.
a mesma bandeira do brasil pintada e desbotada no muro do fundo do beco. comecei a chorar. onze horas da manhã e nenhum sinal de nada. quente, o céu muito azul, havia muito não se via um dia tão bonito na fortaleza. e um vazio na vila. nenhuma criança, nem sinal na neide, da mãe da neide, das costas da fábrica de sapato, da francisca, das folhas em redemoinho circulando no asfalto, nem sinal do mormaço, nem o barulho do cadeado, o molho de chaves, a alfazema, o gato tigrado dourado, o santuário. nenhum sinal da minha procura eterna, nenhuma referência dela, minha avó, além da bandeira do brasil desbotada no fundo do beco. cheguei a medir com os olhos a distância entre a casa vizinha a dela e a esquina. vencer aquele resto de quarteirão com minhas pernas infantis era uma prova. de mãos dadas à francisca, saíamos no joaquim távora a nos aventurar para o pão, para outra havaiana na bodega, para tomar ar, para fugir dos trinta e cinco cadeados que separavam minha avó e seus vestidos todos iguais do resto do mundo. quis ir buscar a milena.
a neide, em cuja casa não tinha banheiro, era a vizinha de frente da vovó. ver a neide era ter a oportunidade de entrar num mundo miserável, e eu tão criança, saía da casa da neide com tanta pena da neide e tão feliz porque na casa da minha avó havia um banheiro com cheiro de alfazema e descarga e sabonetes e um chuveiro branco. nunca fiz nada pela neide. a não ser pedir pelo amor de deus que ela me levasse nos fundos do quintal que eu queria saber como era fazer xixi naquele buraco. depois ficava vagando pelo vão da casa, que era velha e grande. e a neide, miserável, tinha mais quatro irmãos miseráveis, uma mãe desempregada e miserável, e nenhuma voz. todo o mundo se transformava no escuro da casa dela até que eu ouvisse um grito agudo da minha avó, dizendo fia cadê você, fia entre em casa.
fiquei pensando se será a neide morta. cadê a francisca, cadê a largura do beco, cadê aquele beco enorme que pra mim era o beco mais enorme da cidade e que tinha passado dezesseis anos sem existir, meu deus. cadê minha avó, seu brigadeiro coberto com maizena, sua paçoca, seu guaraná wilson, sua água congelada, sua mania em guardar todos os calendários e todos os papéis do mundo em um quarto só, que tinha cheiro de papel, de alfazema, de santidade, de feminino, de avó, de eterno, de mim. nenhum vento. nenhum movimento no salão de beleza de fora do beco, unha pé e mão 10 reais de promoção.
fiquei pensando no taxi, no fernando meu primo, na minha avó se arrumando apressada porque, sim, tínhamos de ir ao romcy, tínhamos de gastar tudo o que sobrara do seu salário com todas as coisas que nós precisávamos muito: chocolates, ursinhos carinhosos, sandálias novas e a oportunidade de passear no romcy.
fiquei ainda passeando, procurando o mercadinho que já não existe mais, a casa da renata que estudava comigo no irmã maria montenegro que já não existe mais e todas as coisas que não existem mais. milena e a precisão do mundo em saber onde estão as coisas, como chegar a elas, como tocá-las, como sentir o cheiro delas em silêncio. milena meu mapa catalográfico.
chove muito em casa agora. e penso na minha mãe, no meu pai e em suas listas de coisas, a ordem do seus mundos, as capacidades em juntar o que quer que seja, de ligar, lacear, acolher. minha mãe e meu pai me deram um pedaço da casa da vila quando vim morar no edifício itália. e em minha frente repousam duas cadeiras de palhinha, envernizadas por um restaurador, muito simples, muito pequeninas, que me lembram todos os dias de onde vim, de quem herdei vários comportamentos triviais e cotidianos. há em mim o que era dela, de muito, não só cadeiras restauradas. há em mim, além de uma saudade sem fim, a possibilidade de não precisar ir de novo à vila, de não precisar olhar para as cadeiras, santuário, calendário, bíblia, rosário, esmaltes e tintura de cabelo. há a possibilidade de não precisar de nada para lembrar do rosto dela, da textura do rosto dela, do gosto da comida. nem tudo se finda junto com a vida ainda que a vida tenha se ido em 1993. ainda que eu estivesse na quinta série e esfregasse o resto de tanta lágrima na calça jeans com as mãos molhadas, e dizia para a professora: foi minha avó. quero ir pra casa, não vou fazer prova, minha avó.
o beco se estreita, a neide some, a bandeira do brasil desbota, a fábrica de calçados se muda para o maracanaú, o redemoinho de folhas dá lugar a dois ratos e uma roda de pombos que cutucam o lixo na esquina da rua, o gato foge deprimido, os vestidos são doados. mas nem tudo se finda junto com a vida.
a vida na vila quando ainda havia vida e vila, a bandeira em verde vivo do brasil no muro, o redemoinho de folhas e todas as pessoas banhadas à tardinha na vila, cheirando a dia cumprido, esperando meu pai na calçada varrida, a mão da francisca, minha avó e a ternura infinita que guardava dentro de si fica um dia com os meus netos.



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Acho que o quintal onde a gente brincou é maior do que a cidade. A gente só descobre isso depois de grande. A gente descobre que o tamanho das coisas há que ser medido pela intimidade que temos com as coisas. Há de ser como acontece com o amor. Assim, as pedrinhas do nosso quintal são sempre maiores do que as outras pedras do mundo. Justo pelo motivo da intimidade. (...) Se a gente cavar um buraco ao pé da goiabeira do quintal, lá estará um guri ensaiando subir na goiabeira. Se a gente cavar um buraco ao pé do galinheiro, lá estará um guri tentando agarrar no rabo de uma lagartixa. Sou hoje um caçador de achadouros da infância. Vou meio dementado e enxada às costas cavar no meu quintal vestígios dos meninos que fomos (...).

Manoel de Barros, Memórias Inventadas – a infância


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e por falar em quintal, há um quintal de coisas para serem doadas em www.quintalcircular.blogspot.com
tudo é lento, tudo é muito amador, mas colaborações são muito bem vindas. inclusive literárias, como esta do manoel de barros que recebi à noitinha por e-mail vindo de afonsocelso.

26 de abril de 2009

lançamendilivro, com sotaque
já agradeço srta. adriano e srta. cavalcanti que me hospedarão no solar da cardeal stepinac.
agradeço também ritamarquesferreira e josewilliamreboucasferreira que ajudam a divulgar a literatura filial mundo afora.


17 de abril de 2009

pois aqui está o texto de marques que saiu no jornal o povo de hoje, em um dos cinco suplementos em homenagem à cidade de fortaleza, aniversariante.

clica aqui.

16 de abril de 2009

licencinha.
aqui é marianamarques de férias de brusk não fala francês.
acho que vou mudar o nome do blog pra brusk não escreve.

melhora, brasil.

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e o que importa é que: